...Chato foi ver as cartas queimadas na caixa de correio do outro lado da rua. Meu coração apertou-se ao máximo. Baixei a cabeça e não a levantei mais desde então.
...Do outro lado da rua mora uma moça, linda. Não a descrevo mais que isto. Mando sempre a ela cartas e cartões que volta e meia verificava se minhas correspondências eram recolhidas, se eram vistas, mas não, resposta sempre negativa para a minha esperança.
...Tentei trocar alguma conversa com a mulher por algumas vezes, mas nossas ideias flutuaram. Não achei que minha performance tenha sido tão horrível quanto parece que foi, mas encaro agora que na fui nada bem.
...Não digo que irei desistir, não digo que irei parar, mas entendi sua mensagem, por mais radical que ela tenha sido, não posso mais fingir que nada aconteceu devo andar bem e viver bem, deste modo sigo com minha existência, minha vivência com o mundo não será mais a mesma.

2 comentários:
MEU GURI!
Curti! Pra variar!
Sabe.. esse negócio de transformar cotidiano em arte é uma coisa´q eu admiro, eu sempre falo isso.. Enfim.. curti mesmo!
Aral.
O texto está bom, muito bem escrito e narra uma estória de um típico amor idealizado.
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